Religião e Educação, Igreja e Escola: Como Impedir a Inovação

Quando comecei a seriamente estudar Teologia, nos idos de 1964, dois livros (e, por conseguinte, dois autores) mexeram profundamente comigo: Rudolf Bultmann e John A. T. Robinson. O primeiro, através de um ensaio chamado “O Novo Testamento e a Mitologia” [“Neues Testament und Mythologie”], publicado, no original em Alemão, numa coleção de artigos chamada Kerygma und Mythos (vol. 1). O segundo, através de um livrinho aparentemente despretensioso, chamado, na tradução do original em Inglês, Honestos para com Deus [Honest to God]. Talvez o título mais adequado desse livrinho devesse ter sido: Honestos Para Com Nós Mesmos Acerca de Deus. Pelo menos foi assim que eu o li.

Isso foi lá atrás — já lá vão quase 50 anos.

Mexendo nos meus livros ontem à noite, encontrei um livro sobre John A. T. Robinson (que, por sinal, era bispo da Igreja Anglicana) que é prefaciado pelo próprio bispo. Nesse prefácio ele faz uma citação de Harvey Cox (cujo livro A Cidade Secular [Secular City] também li mais ou menos na mesma época) que se ajustou como uma luva a coisas que venho pensando acerca da educação.

Não vou citar a passagem de Cox verbatim. Vou apenas transcrever aquilo que entrou no meu sangue e foi absorvido pelo meu corpo — vale dizer, no caso, abandonando a metáfora, aquilo que ficou em minha mente.

As coisas que dizemos (observou Cox) refletem, muito mais do que imaginamos, o lugar institucional em que nos encontramos e a função que exercemos nessa instituição. Aquilo que se escreve sobre o Cristianismo e a Igreja é, em sua imensa maioria, de autoria de teólogos profissionais que também são pastores. Consequentemente, é difícil imaginar, nesses escritos, uma vida cristã sem igreja e sem pastores. O que é escrito reflete o lugar institucional dos autores (dentro da igreja) e a função que nela exercem (pastores). Seria “suicídio” institucional e profissional postular um Cristianismo que se vive fora da igreja (“no mundo”) e sem a tutelagem (ou mediação) dos pastores.

Aplicando a mesma ótica à educação e aos que escrevem sobre a educação, que, em sua imensa maioria, são professores, é difícil imaginar, nesses escritos, uma educação sem escolas e sem professores. O que é escrito reflete o lugar institucional dos autores (dentro da escola) e a função que nela exercem (professores). Seria “suicídio” institucional e profissional postular uma educação que se obtém fora da escola (“na vida social”) e sem a tutelagem (ou mediação) dos professores — algo como o que propõe Ivan Illich (que era padre, não professor).

A conclusão é que, se queremos realmente revolucionar a educação, encontrar um novo — na verdade, inovador — paradigma que prescinde dos componentes do modelo atual (escolas, professores, ensino, metodologia de ensino, livro didático ou sistema de ensino, etc.), precisaremos recorrer a autores que não vivem dentro da escola, como professores, ou que não vivem da escola (vendendo serviços e produtos para a escola ou para os professores). Mesmo sem se dar conta conscientemente do fato, esse pessoal está “vendido” ao paradigma atual da educação: não consegue imaginar um paradigma diferente, porque este representaria o seu “suicídio” institucional e profissional.

Alguém conhece alguma grande editora de livros didáticos e/ou sistemas de ensino que defenda um paradigma educacional não focado em professores e no ensino (e, consequentemente, na escola)? Esse pessoal ganha uma fábula de dinheiro produzindo e vendendo livro didático e/ou sistema de ensino.

Alguém conhece algum autor “best seller” de livros didáticos (em Língua Portuguesa e Matemática, principalmente) que defenda o fim do uso do livro didático na educação?

Alguém já viu algum professor que defenda uma educação sem professores?

Alguém conhece alguma empresa ou ONG que vende formação de professores que defenda uma educação sem professores, “peer-to-peer“, genuinamente colaborativa no plano horizontal ou lateral?

Alguém já viu um dono de escola, dessas que são uma mina de dinheiro, propor uma educação sem escolas, em rede, pela Internet?

Alguém já viu um “top gun” de sindicato de professores defender uma educação sem professores?

Pois é. Não existe. Essas empresas, essas ONG, esses sindicatos e essas pessoas sabem de onde vem o seu dinheiro e ninguém é doido de defender uma visão da educação que ponha fim às tetas em que mama.

Assim, há um conluio tácito entre editoras de livros didáticos ou sistemas de ensino, autores de livros didáticos ou sistemas de ensino, professores, lideranças de sindicatos de professores, empresas e ONGs envolvidas em consultoria educacional e formação de professores, donos de escolas, gestores de sistemas educacionais, para manter o atual paradigma educacional centrado em escolas, professores, ensino, metodologia de ensino, materiais didáticos ou sistemas de ensino, sindicatos de professores, donos de escolas.

Quando alguém diz que esse paradigma educacional vai mal, o que é proposto? Não um paradigma educacional diferente, mas mais do mesmo: ampliação do número de dias letivos, extensão do dia letivo para período integral, redução do tempo gasto fora da sala de aula, redução do tempo gasto como qualquer coisa que não seja ensino dentro da sala de aula, redução do número de alunos na sala de aula, contratação de mais professores, pagamento melhor para os professores, mais e melhor formação de professores, colocação de auxiliares didáticos dentro da sala de aula, correção da defasagem idade-série entre os alunos, melhores e mais abrangentes sistemas de avaliação, etc.

É realmente de desanimar para aqueles que acreditam que uma nova e inovadora educação é possível. . .

Em São Paulo, 14 de Dezembro de 2013

  1. Pois é, Eduardo, é por isso que o programa de Mestrado em que ambos atuamos deve ser valorizado, pois que lá imaginamos, paralelamente à educação formal, as possibilidades não formais, sociais e sociocomunitárias. Paulo Freire sempre defendeu que tais modelos respeitassem o formal, ou seja, recomendou que não se criasse uma cisão entre os sistemas, mas que pudessem trabalhar juntos na melhoria da educação deste país.

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  2. Eduardo, mesmo sendo professor, defendo há tempos de que a escola tem que entender que ela passou a ser apenas mais um dos meios de educação. O professor tem que aceitar que ele não é mais fonte do saber (será que já foi um dia?) e sim um facilitador do ato de aprender (embora muitas vezes professores sejam “dificultadores” desse processo).
    Ótimo texto!!!

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  3. Caro amigo Eduardo, data venia, ouso contrapor algumas ideias.

    Os fatos que tenho observado sobre propostas e sugestões de inovação, novos paradigmas, políticas educacionais e “modismos variados”, têm partido, quase sempre e em grande parte, de atores alienígenas ao universo da escola. Atores diversos, que vão de religiosos a economistas, passando por empresários e políticos semialfabetizados que, respaldados por uma mídia pautada por interesses que estão muito aquém daqueles da seara educacional, pregam e praticam soluções absolutamente impraticáveis e irreais, e as distribuem como ovos de Colombo que devem ser equilibrados pelas castas inferiores do estrato socioeducacional.
    Aos professores, entendidos como aqueles que de fato estão professando em suas salas de aula, tem sido dado apenas o ônus do fracasso dessas políticas e ideias mirabolantes frutificadas em gabinetes fechados ou nas mesas de bons restaurantes, entre vinhos e gargalhadas.
    Sim, há exceções, mas que se chamam exceções por isso mesmo. A regra tem sido a de promover a crença de que o professor é apenas um operário dadador de aulas, mal formado, desmotivado e incapaz de fazer funcionar os sistemas frankstenianos que lhes caem no colo. Essa lógica de pensamento, que pressupõe a própria aristocracia do pensar, é um dos paradigmas mais pungentes no universo atual das propostas inovadoras na área da educação.
    Quando temos algumas ideias e opiniões sobre a educação fundamental, por exemplo, e mesmo quando elas partem de algum lugar menos periférico do universo da Educação, seus “pensadores” são professores altamente titulados e absolutamente distantes da sala de aula do ensino fundamental. As professoras e professores desse nível de escolarização (fundamental), são tidos como “tias e tios” para serem ouvidos e interpretados em pesquisas de campo, porque são havidos como imbecis incapazes de formularem as próprias ideias, gerirem os próprios currículos e, por isso, precisam ser tutorados pelos “especialistas”.
    O mesmo conceito de “professor aleijado intelectual” é propagado todo dia em noticiários e respaldado por dezenas, senão já centenas, de institutos e fundações, ONGs e organizações similares do chamado “terceiro setor”, que disputam espaços nas escolas para “levarem a palavra da salvação educacional para as ovelhas desgarradas e tolas que lá lecionam”.
    As secretarias de educação municipais, estaduais e o próprio MEC são imensos barrancos de escoramento político que contratam e sustentam “especialistas” para fazerem o trabalho intelectual de imaginar o que os professores deveriam fazer, de como a escola deveria agir, de como “o retrato ficará bonito na parede”. E as imbecilidades todas ai produzidas não tem, dos professores, senão a pronta desculpa esfarrapada de que “precisam mudar suas práticas porque não sabem fazer as excelentes ideias darem certo”. E para isso gastam bilhões “capacitando os incapazes para realizarem o irrealizável”, sem que, obviamente, transpareça a teia de sustentação de um modelo de gestão e uma filosofia educacional calcada na pseudo-meritocracia e na troca de favores entre política, academia e megacorporações.
    Se considerarmos a sua tese de que novos paradigmas para a Educação devem provir de atores fora da área educacional, do ponto de vista lógico-formal, já podemos invalidá-lo com o argumento (que não é ad hominem), de que você mesmo não poderia propô-la, por ser você um elemento fortemente ligado à área da educação e que vive ainda a experiência da sala de aula e, portanto, incapaz de “escapar dos próprios paradigmas” para propor algo que faça sentido para a área onde milita. Se, por outro lado, sua ideia fosse realmente boa e você estivesse fora da seara educacional, então ela nasceria já como negativa de si mesma, pois que é daí que tem nascido as ideias inovadoras que não estão inovando nada.
    Então, como sair dessa sinuca de bico?
    Eu tenho uma sugestão: repensar o paradigma de que todos os paradigmas estão errados e precisam ser mudados. Não precisa ser assim. Os fatos não mostram isso e nós, que estamos circulando por diversos universos paralelos da Educação, temos visto iniciativas boas e ruins, que nascem na escola e fora dela, por meio de mentes pedagogizadas ou completamente desafeitas a qualquer pedagogismo. Nós somos a prova de que essa ideia está errada.
    Não haverá educação sem escolas e professores, ainda que fechem as escolas formais e extingam oficialmente a profissão de professor. Porque escola não é apenas uma fabrica de transmissão de conteúdos escolhidos pela conveniência político-econômica, cercada por muros e emplacada com o nome de algum professor já morto. A escola está muito mais na sala das casas, na tela da TV, nas novelas e nos telejornais, nos editoriais e matérias pagas (explicita ou implicitamente) de jornais e revistas, nos blogs e redes sociais, etc., do que naqueles lugares onde se depositam crianças e adolescentes para que pais e responsáveis possam trabalhar e os automóveis e vidraças da burguesia não sejam depredados por vândalos juvenis. E o que essa escola “formal” ensina não é o que ela própria determina, escolhe ou elege. E nem ela o faz da maneira que quer fazer, pois que nunca lhe foi dada essa premissa.
    A meu ver a escola é um modo de doutrinação, uma entidade abstrata concretizada de maneiras variadas (dentre elas a escola formal), uma dinâmica social de ajustes incrementais, uma ideia brilhante sobre como construir uma “sociedade entre seres não muito socializáveis”, não é um lugar e nem uma categoria de profissionais apenas. Inovar, nesse sentido, pode ser apenas ajustar a entidade às novas demandas econômicas e sociais de cada época e, entre essas demandas atuais pode sim estar aquela que transfere formalmente o ofício de ensinar para não-professores e o locus operandi para o espaço virtual da escola sem endereço. Para a nova economia da “era do conhecimento” esse poderia parecer um passo de gigante. Mas será que seria mesmo?
    Enfim, sua ideia é bastante original (ainda que me pareça estranha) e, talvez, eu esteja preso a meus próprios paradigmas e toda a argumentação acima seja apenas pólvora para essa fogueira. Mas, por outro lado, se você também não puder me convencer, como vai me coagir?🙂

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  4. Caro amigo Eduardo, data venia, ouso contrapor algumas ideias.

    Os fatos que tenho observado sobre propostas e sugestões de inovação, novos paradigmas, políticas educacionais e “modismos variados”, têm partido, quase sempre e em grande parte, de atores alienígenas ao universo da escola. Atores diversos, que vão de religiosos a economistas, passando por empresários e políticos semialfabetizados que, respaldados por uma mídia pautada por interesses que estão muito aquém daqueles da seara educacional, pregam e praticam soluções absolutamente impraticáveis e irreais, e as distribuem como ovos de Colombo que devem ser equilibrados pelas castas inferiores do estrato socioeducacional.
    Aos professores, entendidos como aqueles que de fato estão professando em suas salas de aula, tem sido dado apenas o ônus do fracasso dessas políticas e ideias mirabolantes frutificadas em gabinetes fechados ou nas mesas de bons restaurantes, entre vinhos e gargalhadas.
    Sim, há exceções, mas que se chamam exceções por isso mesmo. A regra tem sido a de promover a crença de que o professor é apenas um operário dadador de aulas, mal formado, desmotivado e incapaz de fazer funcionar os sistemas frankstenianos que lhes caem no colo. Essa lógica de pensamento, que pressupõe a própria aristocracia do pensar, é um dos paradigmas mais pungentes no universo atual das propostas inovadoras na área da educação.
    Quando temos algumas ideias e opiniões sobre a educação fundamental, por exemplo, e mesmo quando elas partem de algum lugar menos periférico do universo da Educação, seus “pensadores” são professores altamente titulados e absolutamente distantes da sala de aula do ensino fundamental. As professoras e professores desse nível de escolarização (fundamental), são tidos como “tias e tios” para serem ouvidos e interpretados em pesquisas de campo, porque são havidos como imbecis incapazes de formularem as próprias ideias, gerirem os próprios currículos e, por isso, precisam ser tutorados pelos “especialistas”.
    O mesmo conceito de “professor aleijado intelectual” é propagado todo dia em noticiários e respaldado por dezenas, senão já centenas, de institutos e fundações, ONGs e organizações similares do chamado “terceiro setor”, que disputam espaços nas escolas para “levarem a palavra da salvação educacional para as ovelhas desgarradas e tolas que lá lecionam”.
    As secretarias de educação municipais, estaduais e o próprio MEC são imensos barrancos de escoramento político que contratam e sustentam “especialistas” para fazerem o trabalho intelectual de imaginar o que os professores deveriam fazer, de como a escola deveria agir, de como “o retrato ficará bonito na parede”. E as imbecilidades todas ai produzidas não tem, dos professores, senão a pronta desculpa esfarrapada de que “precisam mudar suas práticas porque não sabem fazer as excelentes ideias darem certo”. E para isso gastam bilhões “capacitando os incapazes para realizarem o irrealizável”, sem que, obviamente, transpareça a teia de sustentação de um modelo de gestão e uma filosofia educacional calcada na pseudo-meritocracia e na troca de favores entre política, academia e megacorporações.
    Se considerarmos a sua tese de que novos paradigmas para a Educação devem provir de atores fora da área educacional, do ponto de vista lógico-formal, já podemos invalidá-lo com o argumento (que não é ad hominem), de que você mesmo não poderia propô-la, por ser você um elemento fortemente ligado à área da educação e que vive ainda a experiência da sala de aula e, portanto, incapaz de “escapar dos próprios paradigmas” para propor algo que faça sentido para a área onde milita. Se, por outro lado, sua ideia fosse realmente boa e você estivesse fora da seara educacional, então ela nasceria já como negativa de si mesma, pois que é daí que tem nascido as ideias inovadoras que não estão inovando nada.
    Então, como sair dessa sinuca de bico?
    Eu tenho uma sugestão: repensar o paradigma de que todos os paradigmas estão errados e precisam ser mudados. Não precisa ser assim. Os fatos não mostram isso e nós, que estamos circulando por diversos universos paralelos da Educação, temos visto iniciativas boas e ruins, que nascem na escola e fora dela, por meio de mentes pedagogizadas ou completamente desafeitas a qualquer pedagogismo. Nós somos a prova de que essa ideia está errada.
    Não haverá educação sem escolas e professores, ainda que fechem as escolas formais e extingam oficialmente a profissão de professor. Porque escola não é apenas uma fabrica de transmissão de conteúdos escolhidos pela conveniência político-econômica, cercada por muros e emplacada com o nome de algum professor já morto. A escola está muito mais na sala das casas, na tela da TV, nas novelas e nos telejornais, nos editoriais e matérias pagas (explicita ou implicitamente) de jornais e revistas, nos blogs e redes sociais, etc., do que naqueles lugares onde se depositam crianças e adolescentes para que pais e responsáveis possam trabalhar e os automóveis e vidraças da burguesia não sejam depredados por vândalos juvenis. E o que essa escola “formal” ensina não é o que ela própria determina, escolhe ou elege. E nem ela o faz da maneira que quer fazer, pois que nunca lhe foi dada essa premissa.
    A meu ver a escola é um modo de doutrinação, uma entidade abstrata concretizada de maneiras variadas (dentre elas a escola formal), uma dinâmica social de ajustes incrementais, uma ideia brilhante sobre como construir uma “sociedade entre seres não muito socializáveis”, não é um lugar e nem uma categoria de profissionais apenas. Inovar, nesse sentido, pode ser apenas ajustar a entidade às novas demandas econômicas e sociais de cada época e, entre essas demandas atuais pode sim estar aquela que transfere formalmente o ofício de ensinar para não-professores e o locus operandi para o espaço virtual da escola sem endereço. Para a nova economia da “era do conhecimento” esse poderia parecer um passo de gigante. Mas será que seria mesmo?
    Enfim, sua ideia é bastante original (ainda que me pareça estranha) e, talvez, eu esteja preso a meus próprios paradigmas e toda a argumentação acima seja apenas pólvora para essa fogueira. Mas, por outro lado, se você também não puder me convencer, como vai me coagir?🙂

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  5. Pingback: Bem vindos! | Lourdes Soffner

  6. A pergunta é será mesmo que o novo sempre supera o velho? ou seria mais logico que se atualizasse o velho. mas mantendo aquilo que dá certo, creio que a educação é apra formar individuos com capacidade de discernir qual melhor caminho deve seguir, mostrando-lhes as possibilidades e não fazendo as escolhas por eles como vemos hoje principalmente nas faculdades onde a grande maioria dos academicos são claramente de esquerda e ao inves de ensinar imparcialmente eles tentam converter . veja o exemplo do mec que aprovou recentemente um livro de uma psicologaque diz que pode-se falar errado pois respeita a diversidade cultural, o que demonstra que o sistema está contaminado pela tal revolução cultural. (antiga revolução comunista ou socialista).

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